A 1ª etapa da Velopark Cup, disputada no último domingo (22) no Kartódromo do Velopark, mostrou uma mescla bem interessante entre os pilotos no quesito idade. O evento reuniu pilotos como os da Cadete, com idade até 10 anos, e alguns mais velhos.
É o caso de Nívio Trevisol (Gensul), que, com 53 anos de idade, competiu na Pró 400 Livre, ela mesma uma categoria que alinhou pilotos com 15 ou 16 anos. A categoria de Nívio utiliza motores com livre preparação e os tempos de volta são muito próximos aos da 125cc.
Nívio mostrou muita disposição e o carinhoso apelido de “véinho” ou “kakinho” dado pelos amigos não se mostrou coerente com a atuação dele na pista. Ele, que é seu próprio preparador de motores - “venho para brincar, gosto de estar envolvido com motores” - e acertador de chassis, terminou a primeira bateria – de 25 minutos – na segunda colocação. “Me mantive na pista. Os adversários foram errando ou quebrando”, diz, modestamente, Nívio, também conhecido como o pai de Pedro Trevisol, campeão gaúcho da Cadete.
A segunda bateria mostrou um ritmo muito forte e Trevisol terminou em 7º. “Confesso que cansei”, admite Nívio Trevisol. Ao fim das duas baterias Nívio Trevisol finalizou em terceiro, com o mesmo número de pontos de Fernando Wortmann, o segundo colocado. “Perdi no desempate pro Wortmann, tenho que treinar mais. Estarei presente na próxima etapa”, encerra.